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Obrigatoriedade da Etiqueta Procel nas edificações transforma o mercado da construção
14/08/2015

Com os problemas ambientais e aumento das tarifas, a eficiência energética nunca esteve tão em alta nas discussões no Brasil. Na área da construção civil não é diferente, principalmente depois da obrigatoriedade da etiquetagem de eficiência energética para edificações públicas federais.

Segundo Milena Sampaio, sócia da Quali-A Conforto Ambiental e Eficiência Energética, no Brasil, o consumo de energia elétrica nas edificações residenciais e comerciais, de serviços e públicas, corresponde a aproximadamente 50% do total da eletricidade consumida. “Esse alto consumo é uma consequência direta da arquitetura inadequada ao clima local e uso de equipamentos ineficientes de iluminação, além de condicionamento de ar e aquecimento de água. Por isso precisamos cada vez mais de energias renováveis”, diz a arquiteta.

Pensando na ampliação e aprimoramento da inclusão de mecanismos de sustentabilidade nas políticas nacionais, além da implementação do método de etiquetagem PBE-Edifica nos projetos, obras e licitações, o Ministério de Meio Ambiente (MMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Global Environment Facility (GEF) desenvolveram o “Projeto de Transformação do Mercado de Eficiência Energética: cursos de capacitação de gestores e técnicos (arquitetos e engenheiros) do setor público e privado”. O objetivo é implementar método de etiquetagem PBE-Edifica nos projetos, obras e licitações.

Vencedora na licitação deste projeto inovador, a Quali-A, em parceria com o Laboratório de Controle Ambiental da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (LACAM/FAU/UnB), já realizou 16 treinamentos para 344 profissionais dos setores público e privado. As últimas turmas encerraram-se em junho de 2015. Ao todo, sete cidades foram contempladas.

De acordo com a arquiteta e sócia da Quali-A, Juliana Andrade, a eficiência energética precisa ser discutida diuturnamente em vários âmbitos da sociedade. “Em diversos países, incluindo o Brasil, estratégias têm sido planejadas para obtenção de maior eficiência energética nas edificações por meio de legislações, incentivos, entre outros. É de extrema importância capacitar os profissionais das esferas pública e privada”.

O projeto e os edifícios eficientes
Os cursos ministrados pela Quali-A têm uma abordagem geral sobre sustentabilidade e eficiência energética. O contexto e o know-how internacional são a base para a formação de alunos proativos e com senso crítico. Na área técnica, o destaque vai a exposição de detalhes, como o método de etiquetagem PBE-Edifica dos sistemas (envoltória, iluminação e condicionamento de ar) e bonificações.

Para o setor público, foram realizados dois tipos de treinamento: oficinas introdutórias, com duração de 4 horas, e cursos de “Etiquetagem de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos”, com duração de 20 horas. A Escola de Administração Fazendária (Esaf) deu o apoio logístico para a realização dessas capacitações para os servidores de todo o país.

Já para o setor privado, foram dados minicursos de quatro horas em parceria com diversas instituições, como Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-SP), Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído (Entac 2014).

Profissionais de diversas áreas participaram das capacitações. O engenheiro eletricista do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), Roberto Krauze, considerou o tema muito importante. “Para o assunto eficiência energética, acredito que nenhum estudo de caso é completo ou correto se não for feito a avaliação do desempenho do prédio. E este curso deu uma boa noção de como fazê-lo”, afirma.

Para Júlia Fernandes, sócia da Quali-A, a abordagem adotada nos cursos valoriza e incentiva a visão integrada para um edifício eficiente. “É gratificante perceber que conseguimos sensibilizar os arquitetos e engenheiros para a importância do projeto integrado e compatibilização das iniciativas. Não é difícil ser classe A. Basta adotar medidas na fase inicial dos projetos de arquitetura, iluminação, condicionamento de ar e instalações elétricas”, destaca.

Apesar de não ser técnica da área de construção, a administradora da Universidade Federal do ABC, Vanessa Sales, conseguiu entender o método da etiquetagem. “A metodologia de ensino e a aula expositiva, combinada com exercícios práticos, contribuiram para a adequada compreensão de todos os participantes, sejam eles administradores, arquitetos, advogados ou engenheiros”, avalia.

“Várias parcerias e contatos entre profissionais nasceram durante os cursos, assim como grupos de discussão. Queremos manter contato e contribuir para que os profissionais realmente implementem o conhecimento adquirido”, salienta Júlia.

Etiqueta PBE Edifica – Existe no Brasil, desde 2009, a possibilidade de etiquetar as edificações pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), da mesma forma como já é feito com os eletrodomésticos. A Etiqueta de Eficiência Energética em edificações faz parte do PBE, e foi desenvolvida em parceria entre a Eletrobrás e o Inmetro. O objetivo é incentivar a elaboração de projetos que aproveitem ao máximo a capacidade de iluminação e ventilação natural das construções, levando a um consumo menor de energia elétrica. Assim como os eletrodomésticos que fazem parte do PBE, os projetos de arquitetura serão analisados e receberão etiquetas com graduações de acordo com o consumo de energia.

Quali-A – Vanguardista em Brasília na abordagem técnica dos regulamentos de eficiência energética, a Quali-A, empresa do PCTec (Parque Científico e Tecnológico) do CDT/UnB (Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília) trabalha em diversas escalas, tanto no urbanismo como na arquitetura. Em todas elas, o foco é sempre a obtenção do conforto ambiental com máxima eficiência energética, aliado ao atendimento de normas técnicas e certificações, visando inovação e aplicação prática do conhecimento.

(fonte: http://www.quali-a.com/noticia/obrigatoriedade-da-etiqueta-procel-nas-edificacoes-transforma-o-mercado-da-construcao/)

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